A palestra ministrada pelo superintendente da ABIN no Espírito Santo, Sr. Konrad Christian Szymansky, foi representada por diversas autoridades. Dentre as autoridades, cabe citar o Delegado da ADESG, Dr. Ricardo Antonio Montoito Bergmann, que em seu discurso no evento comentou sobre a importância dos universitários no futuro do país e também agradeceu a receptividade da Universidade Vila Velha em favor de eventos em parceria entre a própria ADESG, o Instituto Política Global e o CARIAK. Além disso, o Dr. Bergmann apresentou o Curso de Estudos de Política e Estratégia que é realizado pela Delegacia da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra no Estado do Espírito Santo, em Vitória, e em cidades onde haja representações.
Uma vez iniciada a palestra, o Superintendente da ABIN nos mostrou como foi formada a instituição, qual é o trabalho da Agência Brasileira de Inteligência e o que é um órgão de inteligência de Estado e suas diferenças.
Primeiramente, foi traçado um histórico da conhecida atividade de inteligência. Como exemplos de atividades de espionagem, temos constatações na Bíblia, em Josué 2:1, Josué 2:23, Lucas 20:20 dentre outras citações. Também nos apresentou a seguinte frase do filósofo Sun Tzu: “Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para ser vitorioso você precisa ver o que não está visível”, que ressalta a importância de órgãos de inteligência.
O palestrante fez um amplo histórico da formação das instituições de inteligência no Brasil. Passando pelo Conselho de Defesa Nacional, em 1927, o SFICI (Serviço Federal de Informações e Contrainformação), em 1946, o SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos), nos anos 1990, até chegar na Agência Brasileira de Inteligência que concretizou 10 anos em 7 de dezembro de 2009.
Chegando ao fim da palestra, o Sr. Superintendente nos apresentou os diversos programas da ABIN, dentre eles o PNPC (Programa Nacional de Proteção ao Conhecimento), o qual visa conscientizar os detentores de conhecimentos sensíveis sobre ameaças, tais como pesquisadores sobre armamentos, biotecnologia e tecnologia em geral. Tal argumento foi sustentado pelo dado de que o Brasil é o 5º maior país produtor de conhecimento intelectual do mundo, ficando na frente da Rússia.
Infelizmente, não foi apresentado nenhum tipo de informação secreta, como todos gostariam. Entretanto, a palestra deixou claro como funciona a organização juridicamente e sua atuação no país.
Para mais informações visite: www.abin.gov.br
Flávio Figueiredo
Diretor Acadêmico – CARIAK




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