Arquivo por categoria V Fórum de Formação e Profissionalização

V Fórum de Formação e Profissionalização em RI – 6ª Mesa: Organizações Internacionais e Missões de Paz

Artur Mendes da Diretoria de Apoio do CARIAK, Diretor de Comunicação do CARIAK Felipe Spirandelli e Cel. Pedro Aurélio Pessôa do CIOPaz

Compondo a 6ª Mesa do Fórum de Formação e Profissionalização em Relações Internacionais estavam o Prof. Rafael Villa, da Universidade de São Paulo e o Cel. Pedro Aurélio de Pessôa, chefe do Centro de Instrução de Operação de Paz (CIOPaz).

O Prof. Rafael Villa começou sua palestra mencionando que as operações de paz não são recentes para o meio militar, mas é para o meio acadêmico. O indicador empírico para essa conclusão é o pequeno número de trabalhos acadêmicos publicados sobre o assunto.

Rafael Villa continuou falando sobre as características de uma operação de paz como imparcialidade e neutralidade e o uso limitado da força. Falou também que nos tempos da Guerra Fria as operações de paz tinham como objetivo resolver conflitos entre Estados. A partir dos anos 90, esse foco foi alterado para guerras civis e internas nos Estados. Ele cita que Somália e Ruanda foram grandes exemplos de fracasso de operações de paz e que a partir desse momento a ONU teve que ser mais incisiva.

Para concluir, Villa fala que para obter sucesso, quem estiver no comando de uma operação de paz, deve antes de qualquer coisa, conseguir o apoio da sociedade do país que sofreu a intervenção. Como exemplo, ele cita a participação do Brasil na MINUSTAH (em português, Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti) que é considerado um grande sucesso.

O Cel. Pedro Aurélio de Pessôa começou sua apresentação comentando as mudanças de foco nas operações de paz após o fim da Guerra Fria, concordando com o Professor Rafael Villa que hoje o foco não é mais intra-Estados. Ele também explica que uma guerra costuma ser três vezes mais custosa do que uma operação de paz. Para exemplificar isso, ele cita que os EUA gastaram três vezes mais que a MINUSTAH em sua intervenção no Haiti.

O Coronel Pessôa continua sua palestra relatando que as operações de paz serão mais eficientes quando houver maior integração dos seus membros. Cita também que as operações de paz não estão na Carta das Nações Unidas, mas que constam nos capítulos 6 e 7 da carta. Apesar disso, hoje em dia temos 116.000 capacetes azuis, que são as tropas multinacionais formadas para as operações de paz da ONU.

Comentando mais especificamente sobre o Haiti, ele diz que o país não estava preparado para obter sua independência, e por isso teve tantos problemas. Hoje, o Haiti tem mais que os problemas que causaram a intervenção; tem problemas ecológios, econômicos, sociais, além de problemas de infra estrutura, que foram intensificados após o terremoto.

Ele ainda apresenta como são estruturadas as operações de paz, onde a maior parte das funções são executadas por civis, como logística e finanças, e que os militares são apenas responsáveis pelo trabalho em campo. Para isso existem dois orgãos do Conselho de Segurança da ONU, o DPKO coordenado pelos militares e o DFS que é coordenado por civis.

Para concluir, o Cel. Pessôa diz que os militares são os responsáveis por avaliar se existe ou não compatibilidade para a missão ser executada. Por isso defende que em certos momentos, a democracia deve ser deixada de lado para que uma operação de paz entre em ação e mortes sejam evitadas. Como exemplo disso, ele cita o exemplo de Ruanda, que com a demora do Conselho de Segurança da ONU em definir o que fazer, mais de um milhão de pessoas morreram.

Mais informações no site:  http://www.cioppaz.ensino.eb.br/portugues/index.php

De São Paulo,
Felipe Spirandelli
Diretor de Comunicação do CARIAK

V Fórum de Formação e Profissionalização em RI – 5ª Mesa: Diplomacia e Governo Subnacionais

Diretor de Comunicação do CARIAK Felipe Spirandelli, Sr. Mario Mugnaini Jr. e Artur Mendes da Diretoria de Apoio do CARIAK

Na 5ª  Mesa sobre Diplomacia e Governos Subnacionais estiveram presentes o Sr. Mário Mugnaini Jr. do Invest SP ( http://www.investimentos.sp.gov.br/), Sr. Guilherme Mattar que é Secretário-adjunto de Relações Internacionais da cidade de São Paulo  e a Profª. Drª. Maria Inês Barreto, consultora da área de Relações Internacionais da prefeitura de Guarulhos.

O Sr. Mário Mugnaini Jr. iniciou a 5ª mesa  falando sobre sua experiência tanto no setor privado, quanto no público. Atualmente trabalha no Invest SP ( http://www.investimentos.sp.gov.br/ ), orgão do governo de São Paulo que tem o intuito de atrair investimentos para o estado. Ele tem vasta experiência na “paradiplomacia”, e atuou ativamente nas  negociações e estudos sobre a ALCA e o Mercosul, além da diplomacia comercial. Ele diz que um bom “paradiplomata” precisa falar outras línguas, pois o serviço de tradutor não vende sua personalidade, que é importante para uma negociação. Ele também diz que deve-se misturar razão com astúcia e a calma com o ímpeto em uma mesa de negócios.

Mário explica que a maioria dos países tem três grandes potenciais: territorial, populacional e econômico. Segundo ele, o Brasil é um dos poucos países do mundo que acumula todos, ou seja,  de grande potencial. Ele fala que apesar de sua importância, seria complicado o Brasil ser líder do G-20, como desejava, ou então ter uma cadeira no Conselho de Segurança pois a Argentina não aceitaria, já que também deseja ter um papel de liderança na América do Sul. Ele finaliza dizendo que um dos grandes problemas de acordos entre Mercosul e União Européia é que o Brasil e a Argentina são gigantes da produção agrícóla e a UE nunca deixará de subsidiar suas produções.

O Sr. Guilherme Mattar inicia sua apresentação com uma aprensentação pessoal, relatando que é formado em Direito pela USP e posteriormente cursou pós-graduação em Direito Internacional em Cambridge. Ele começa sua carreira no comércio exterior, passando pela Câmera de Comércio Brasil – Líbano e posteriormente na prefeitura de São Paulo, na Secretaria de Relações Internacionais.

Segundo Guilherme, a cidade de São Paulo é mais conhecida por seus problemas do que por suas virtudes. Para isso a Secretaria de Relações Internacionais trabalha para que uma imagem positiva chegue aos investidores. Existe um atraso histórico na infra-estrutura das cidades brasileiras e a parceria público-privada ajuda muito a solucionar esse problema, além da cooperação técnica com diversas cidades do mundo. Essa atuação é feita em harmonia e seguindo as diretrizes do Itamaraty. Ele finaliza  ressaltando que é importante que o profissional de RI saiba primeiro o  português antes de outros idiomas.

A professora Doutora Maria Inês é mais um exemplo de profissional que convergeu a área de Relações Internacionais. Formada em graduação Clássica e também em literatura francesa e americana, relações internacionais surgiu na vida profissional dela quando aplicou seus conhecimentos de macro-estrutura e gestão pública na prefeitura de Guarulhos em projetos de cooperação técnica e financeira que somavam mais de 1 bilhão de reais. O trabalho dela foi sempre focado nas estruturas sub-nacionais, como estado e prefeituras.

Maria Inês trabalhou sua área acadêmica juntamente com a área profissional, aplicando todos os conhecimentos adiquiridos no seu mestrado e doutorado diretamente nos projetos que coordenava. Seu principal projeto, o URB-AL que foi realizado na cidade de Guarulhos na Grande São Paulo focou o desenvolvimentos dos jovens das comunidades mais pobres, que foram identificados pelo “Mapa da Exclusão”. O sucesso do seu projeto foi devido a cooperação técnica e financeira da União Européia. Em nenhum momento do seu projeto houve intervenção do Itamaraty nas negociações ou nas questões jurídicas, onde em todo momento foi utilizado mais uma vez a “paradiplomacia”, porém, não significa que as diretrizes da diplomacia brasileira não foram seguidas.

De São Paulo,
Artur Mendes
Diretoria de Apoio do CARIAK

V Fórum de Formação e Profissionalização em RI – 4ª Mesa: Consultoria e Negociações Internacionais

Diretor de Comunicação do CARIAK Felipe Spirandelli, Ricardo Camargo Mendes da Prospectiva Consultoria e Artur Mendes da Diretoria de Apoio do CARIAK

Compondo a 4ª Mesa do Fórum de Formação e Profissionalização em Relações Internacionais estavam o Sr. Ricardo Camargo Mendes, Diretor da Prospectiva Consultoria e a Sra. Aline Cardozo Barabino, Diretora da Orbiz Consultoria.

Ricardo é formado em Relações Internacionais pela PUC/SP. Começou sua carreira como estagiário na FIESP e logo depois foi efetivado como Analista em RI. Mestre em Cambridge em Economia Política. Na volta ao Brasil entrou em sociedade para criar a Prospectiva Consultoria.

A Prospectiva Consultoria foi criada em uma conjuntura de várias negociações internacionais. A expectativa era que o mercado iria gerar análises de mercado, de investimentos e negociações bilaterais. Após a fase mais intensa das negociações, como a criação do Mercosul e ALCA, ficou difícil manter o foco em apenas nesse tipo de consultoria. Esse tipo de serviço, gera valor agregado baixo, por isso obrigou a Prospectiva a ampliar seu foco para uma consultoria estratégica, com o diferencial da incorporação da agenda internacional e políticas públicas.

O Sr. Ricardo explica que consultorias em setores econômicos não podem analisar apenas os consumidores, tem que sempre estar atento nas Políticas Públicas, analisando frequentemente as decisões do governo. Ele também explica que o crescimento econômico vivido pelo Brasil, gerou um grande aumento na demanda.

O palestrante também disse que temas específicos de RI como as Teorias de RI e Segurança Internacional não tem aplicabilidade direta no setor privado. Em seguida ele mencionou que poucas empresas tem o cargo de Analista de RI e que o diferencial dos profissionais da área é poder trabalhar com Economia Política, RH, Finanças e Marketing. Ele completa sua fala com uma recomendação para que o aluno formado em RI faça alguma especialização, pois Relações Internacionais é um curso muito generalizado.

A Sra. Aline tem formação dupla em Relações Internacionais pela Universidade de Strasbourg na França e na PUC/SP. Após o seu período na França e alguns estágios realizados, voltou ao Brasil e foi estudar na PUC para ter seu certificado aprovado no Brasil.

Em 2008, Aline foi fundadora da Orbiz Consultoria, que vem com objetivo de desenvolvimento de negócios e projetos internacionais. A Orbiz é formada em um contexto onde o Brasil ganhou “Investment Grade” com muitos investimentos entrando e saindo. Tem como foco principal micro e pequenas empresas que estão olhando para o exterior.

A atuação da Orbiz é principalmente em projetos institucionais, projetos coletivos de fomento de negócios e realização de negócios. Para isso desenvolve atividades de representação institucional, cooperação técnica, estudos de mercado e missões comerciais e negociações comerciais. Ela disse que prefere que o foco da empresa seja definido, pois quem tenta ser consultor em tudo não irá conseguir ser em nada.

Ela explica que a relação pública X privada é cada vez mais importante, pois isso facilita as negociações onde tarifas e barreiras tarifárias complicam o processo.

A Sra. Aline finaliza dizendo que o momento oportuno do Brasil hoje, não significa necessáriamente emprego fácil para profissional de RI. Isso fica ainda mais complicado, segundo ela, por que profissionais de outras áreas estão cada vez mais “global mindset”, ou seja, pensando de forma globalizada.

De São Paulo,
Felipe Spirandelli
Diretor de Comunicação do CARIAK

V Fórum de Formação e Profissionalização em RI – 3º Mesa: Organizações da Sociedade Civil

Fernanda Lima

Diretor de Comunicação do CARIAK Felipe Spirandelli, Fernanda Lima da ONG UTPMP e Artur Mendes da Diretoria de Apoio do CARIAK

Compondo a 3ª Mesa do V Forum de Formação e Profissionalização em Relações Internacionais estavam presentes Sr. Kjeld Jacobsen, colaborador do Instituto Observatório Social, Sra. Fernanda Lima, Diretora Social da ONG Um Teto para Meu País(UTPMP) e Sra. Rosana Miranda da ONG de Direitos Humanos Conectas.

O Sr. Kjeld Jacobsen fala com otimismos sobre suas perspectivas em relação a RI no Brasil. Ele cita que a pouco tempo RI era apenas Diplomacia, posteriormente surgindo outros temas principalmente no setor privado. Porém ele tem seu foco principal em Relações Transnacionais atuando crescentemente em RI.

Jacobsen explica que começou seu envolvimento na área antes da sua graduação, mas sempre esteve muito presente em movimentos sindicais. A partir daí, ele exlica que os sindicatos existem em todo mundo, sendo que, inicialmente os localizados nos países ao norte eram mais estruturadas e atuantes, por consequência ajudaram na formação dos mesmos nos países ao sul. Ainda segundo ele, a cooperação sul x sul é crescente, e para exemplificar ele cita o Brasil cooperando com países menos favorecidos.

O palestrante expoêm que  a OIT é a única Organização Internacional que tem administração tripartite, ou seja, 50% para Estados, 25% para empresas e 25% para trabalhadores(sindicatos). O Sr. Kjeld fala em 3 fatores que foram relevantes para formação da OIT. O primeiro seria o livre comércio, movimento iniciado pelos EUA, que traria muitos benefícios à países que não tenham legislação trabalhista. O segundo fator  seria a Ver. Russa, quando pela primeira vez setores sociais assumem o governo. E por último a preferência pelo processo negociado ao invés da revolução.

Passando a palavra para Fernanda Lima que é formada em Relações Internacionais na USP e começou a carreira como voluntária na UTPMP, foi na ONG que ela começou a perceber que os países latino-americanos haviam características em comum, comenta. Uma das mais relevantes segundo Fernanda, são as pessoas que vivem em extrema pobreza e moram de forma irregular, gerando as populares “Favelas”, sendo mais marcante na Argentina, chamada de “Villa Miseria”. Tal condição deixa essas famílias muito vulneráveis, pois as casas geralmente são frágeis sucetivéis aos interpéries e como são ilegais podem ser removidas pelo governo a qualquer momento.

A ONG “Um Teto Para Meu País” nasceu no Chile em 1997, quando um grupo de jovens da PUC realizou uma missão em uma favela. Liderados pelo sacerdote Felipe Berríos, eles sentiram a necessidade de fazer além de pregar apenas a palavra. De ínicio, eles construiram uma igreja, mas perceberam que nessa comunidade era pobre, de casas mal estruturadas de madeira, e pensaram que eles poderiam fazer mais. A partir desse momento, eles iniciam a ONG e por meio da construção de casas de emergência colocam em prática planos de habitação social.

Ela continua sua palestra discursando especificamente sobre o terceiro setor, que possui uma diversidade de atuação,  com temas variados que são tratados no Brasil e uma estrutura de legislação muito coesa sobre a área, além da atuação em redes ou seja a cooperação do setor. Porém, ainda existe muita falta de credibilidade, pois as ONG’s são corriqueiramente associadas a corrupção. Também existe uma temática viciada, onde as empresas colaboradoras focam doações apenas em meio ambiente, educação e cultura.

Mais informações sobre a Um Teto Para Meu País no site da ONG : http://www.umtetoparameupais.org.br/

A última palestrante, Rosana Miranda, é graduanda no último período em Relações Internacionais na USP.  Hoje é atualmente colaboradora da ONG Conectas, ligada aos Direitos Humanos.

A ONG se concentra em países com instabilidade política e em Estados com dificuldades em estabilizar a democracia. A Conectas trabalha com dois tipos de programas. O primeiro é o programa Sul Global e o outro é o Programa de Justiça.

O programa Sul Global tem objetivo de produzir e dissiminar o conhecimento na área de direitos humanos e ampliação da cooperação sul x sul e também fortalecer os defensores de direitos humanos. O Programa de Justiça tem como objetivo protejer a violação de direitos humanos oferecendo serviços de advocacia para grupos vulneráveis.

Mais informações sobre a Conectas no site da ONG : http://www.conectas.org/

E assim se encera mais um dia. Voltamos amanhã!

De São Paulo,
Felipe Spirandelli
Diretor de Comunicação – CARIAK
27 de Abril de 2010

V Fórum de Formação e Profissionalização em RI – 2º Mesa: Academia

Professora Janina

Artur Mendes da Diretoria de Apoio do CARIAK, Professora Janina Onuki e o Diretor de Comunicação do CARIAK Felipe Spirandelli

Compondo a 2ª Mesa do V Forum de Formação e Profissionalização em Relações Internacionais estavam presentes Prof. Dra. Janina Onuki  e Prof. Dr. Cláudio Gonçalves.  Prof. Dr. Shiguenoli Myamoto não pode estar presente por motivos médicos.

Janina Onuki é professora do Instituto de Relações Internacionais,  doutora em Ciência Política e foi pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em Relações Internacionais da USP.

Cláudio Gonçalves é professor da FGV e PUC/SP tem Pós-Doutorado em Ciência Política (Columbia University at the City of New York), além de ser colunista de Política Jornal Valor Econômico .

A 2ª Mesa foi inciada com a Prof. Janina falando sobre crescente expansão dos cursos de graduação e pós-graduação  em RI no Brasil. Para dar enfase a informação ela expõe sua pesquisa que mostra um crescimento exponencial de teses e dissertações desde 85 até a presente data.

Ainda de acordo com a pesquisa da professora, os temas de teses e dissertações mais discutidos são respectivamente: Política Externa, Diplomacia e Integração Regional, sendo que o ultimo obteve destaque principalmente na época da criação do Mercosul.

A professora finaliza sua palestra dizendo que gosta de lecionar e de ser pesquisadora. Ela ainda expõem que uma atividade deve ser aliada com a outra.

Em seguida, o Prof. Cláudio começa a palestra explicando que apesar de não ter uma relação direta com RI, na sua vida acadêmica ele se aproximou várias vezes do tema. A primeira delas foi quando em sua graduação alguns de seus colegas cursaram disciplinas de RI. Uma outra oportunidade foi no seu mestrado quando fez análises comparativas de política interna dos países. RI também esteve presente em sua vida acadêmica quando precisou de estudar Regimes para um concurso público e por último quando foi o responsável pela reforma do curso de RI da PUC/SP.

No inicio ele pensava que RI gerava apenas curiosidade nas pessoas, porém, percebendo existênica de muitas pesquisas e projetos de pós-graduação na área começa a mudar de opinião. Para consolidar sua mudança de opinião, ele também percebe que cada vez mais áreas similares entram em RI. Para completar ele também cita que seus alunos egressos de RI tiveram boa colocação no mercado. Ele encerra mencionando que existe uma boa perspectiva de expansão da área acadêmica de Relações Internacionais devido a demanda de outros cursos em profissionais de RI.

Quando questionada sobre mestrado, Janina responde que no seu modo de ver é importante não só no meio acadêmico, mas também existe demanda no mercado de forma geral. Cláudio concorda com a opinião da professora e ainda fala sobre o Mestrado Profissional, que tem como foco altos cargos nas empresas. Gonçalves ainda diz que o mestrado é importante pra qualquer área.

Os professores foram questionados sobre a adaptação regional dos cursos de RI. Nesse ponto os dois concordam que por ser um curso de abrangência global, não deve-se preocupar com o regionalismo, já que egressos do curso podem atuar no Brasil inteiro ou no mundo. O que se pode fazer para solucionar tais demandas são matérias eletivas.

Felipe Spirandelli
Diretor de Comunicação – CARIAK
26 de Abril de 2010

V Fórum de Formação e Profissionalização em Relações Internacionais

Fórum de Formação e Profissionalização em Relações Internacionais é um evento bienal, cujo objetivo é discutir as diversas possibilidades na formação e a vasta área de atuação do graduado na área. A Empresa Júnior de Relações Internacionais - RI USP Jr. – realizará a sua quinta edição entre os dias 26 e 29 de abril. O evento pretende promover um debate construtivo e enriquecedor sobre o perfil do internacionalista por meio de diversas mesas temáticas que buscam abarcar diferentes áreas nas quais esse profissional está apto a atuar.

Mais informações, visite nosso site:
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ou pelo e-mail:
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